Feij√£o Preto

Panela

Na Fervura

50 a 60 min

Panela de press√£o

Na Press√£o

20 a 30 min

Sobre o feij√£o preto

No Rio Grande do Sul e, ironicamente, no Rio de Janeiro, o ‚Äúcarioquinha‚ÄĚ n√£o tem vez. Segundo o historiador Carlos Antunes, da Universidade Federal do Paran√°, a origem dessa diferen√ßa √© dos tempos do Brasil colonial. Para ele, o consumo de feij√£o no Sul e Sudeste do Brasil seguiu o caminho de dois tipos de viajante: os tropeiros e os bandeirantes. Como esses exploradores iam fundando cidades por onde passavam, cada regi√£o acabou herdando o gosto de seu colonizador.

Os tropeiros, mercadores de produtos da agropecu√°ria ga√ļcha, consumiam feij√£o-preto sem caldo e com farinha de mandioca, lingui√ßa e toucinho, para facilitar o transporte e conserva√ß√£o. J√° os paulistas, goianos e mato-grossenses foram influenciados pelos bandeirantes, que levavam feij√£o marrom e com caldo em farn√©is, bolsas de couro imperme√°veis. O Rio de Janeiro aderiu ao feij√£o-preto quando a feijoada foi inventada, no s√©culo 19, e acabou abolindo todos os outros tipos da leguminosa.

Fonte: https://super.abril.com.br/saude/qual-o-feijao-mais-popular-no-brasil/#

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INFORMAÇÃO NUTRICIONAL

Quantidade por 100 gramas

Calorias 339 kcal
Gorduras totais 0.9 g
Gorduras saturadas 0.2 g
Gorduras insaturadas 0.4 g
Gorduras trans 0 g
Colesterol 0 mg
Sódio 9 mg
Pot√°ssio 1500 mg
Carboidratos 63 g
Fibra alimentar 16 g
A√ß√ļcar 2.1 g
Proteínas 21 g
Vitamina A 17 IU
C√°lcio 160 mg
Vitamina D 0 IU
Vitamina B12 0 µg
Vitamina C 0 mg
Ferro 8.7 mg
Vitamina B6 0.3 mg
Magnésio 160 mg

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